DE ASA À ASA - Chapman Freeborn

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DE ASA À ASA

Chapman Freeborn
26th August 201526 08 2015

A humanidade se inspira diariamente na natureza e nas coisas ao seu redor. Quando falamos de aeronaves, devemos falar de Leonardo Da Vinci, que desenhou diversos diagramas de máquinas de voo ao observar pássaros.

Ainda hoje, os engenheiros procuram maneiras de melhorar os designs das aeronaves observando características de diversos animais. Veja alguns exemplos de aeronaves que tiveram os animais como sua fonte de inspiração:

Morphing Wings

Muitos pássaros e insetos são capazes de adaptar e ajustar o tamanho e o formato de suas asas enquanto voam. Suas estruturas vasculares e esqueléticas permitem que isso aconteça, transformando as asas de acordo com as condições necessárias para manobras feitas no ar. Engenheiros da NASA vem experimentando designs criativos que permitam às aeronaves ajustarem suas asas de acordo com cada fase do voo.

Pousos difíceis

Os pássaros são capazes de pousar até nos lugares mais difíceis e com pouco espaço. Isso acontece porque eles não utilizam um padrão linear na hora do pouso, ajustando sua velocidade, asas e balanceando o seu peso de acordo com o local de pouso. Traduzindo isso para o mundo das aeronaves, os engenheiros e especialistas estudam para tentar recriar esse padrão de pouco para as aeronaves, fazendo com que elas pousem com segurança e precisão independentemente do tamanho da pista.

Essa adaptação significaria que a aeronave no futuro pode não precisar de nenhuma pista e nem freio para realizar pousos.

Aerodinâmica das asas

Muitas aves como a águia e o falcão chamam a atenção de projetistas pelas pontas de suas asas. Diversos aviões são projetados com pontas de asa ajustáveis, ou seja, com a capacidade de realizar pequenos ajustes em suas pontas para diminuir a resistência do ar em suas asas. Isso melhora a aerodinâmica das aeronaves, melhorando a eficiência, reforçando a segurança e aumentando a autonomia de combustível de diversas aeronaves.

Leveza

Saindo um pouco dos pássaros, mas ainda se inspirando em animais que possuem asas, os engenheiros estudam as estruturas esqueléticas de abelhas e borboletas. Esses animais são extremamente fortes e leves, o que lhes dá uma alta capacidade de manobras. Analisando esses dois exemplos, os projetistas buscam utilizar padrões similares que imitem as curvas e formas das abelhas e insetos.

Os bicos de algumas aves também são analisados para dar vida a projetos com maior aerodinâmica e durabilidade.

Redução de ruído

Além das corujas, que são especialistas em voos silenciosos, engenheiros e projetistas olham também para cigarras, borboletas, abelhas e até mesmo alguns peixes ao procurarem maneiras de desenvolver tecnologias que reduzam o ruído das aeronaves.

 

Por esses motivos, empresas como Boeing e Airbus, cujo muitas aeronaves estão à sua disposição através da Chapman Freeborn, estão cada vez mais enviando seus engenheiros, projetistas e cientistas para expedições ao ar livre.

Só faz sentido ter aulas de voo com aqueles que já fazem isso há milhares de anos!

 

 

Imagem: Public Domain

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